quinta-feira, 11 de julho de 2013

Padre Paulo Ricardo na Comissão de Direitos Humanos.

Fonte: SPES

Todos sabem de nossas divergências profundas com o Padre Paulo Ricardo. É um modernista, ao fim e ao cabo, ainda que de cariz algo conservador. Mas não podemos deixar de apoiá-lo por sua ida à Comissão de Direitos Humanos, no Congresso Nacional, para, como devido, posicionar-se contra o aborto.

Não podemos, insista-se, concordar sequer com tudo o que diz ali. Já começa com um erro teológico, ao dizer que “Não estou aqui como sacerdote, mas como cidadão”. Ora, isto é endossar a separação entre Igreja e estado apregoada nefastamente pelo modernismo e pelo Concílio Vaticano II. Muito pelo contrário, o sacerdote, que traz uma marca indelével de sua ordem, existe para, entre outras coisas, confessar, como sacerdote, a Verdade onde quer que seja, onde quer que ele esteja. Apesar de tudo isso, porém, repita-se, não podemos deixar de solidarizar-nos com o Padre por sua ida ao Congresso para defender uma bandeira da Verdade – e, como devido, de batina.

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